21 July, 2017, Friday

MADE IN BRAZIL NUM REVIVAL SEM IGUAL NO CULTURAL Destaque

Publicado em Shows Escrito por  Norberto V2 Novembro 12 2015 tamanho da fonte diminuir o tamanho da fonte aumentar o tamanho da fonte 0
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Um grande encontro apoteótico, claro hiper rocker, aconteceu neste último dia 8 no palácio do rock: o CCSP e suas diabruras- carotidianas – de décadas.

 O remenber nostálgico de origem, única, madeanas – Oswaldo puxa a tchurma sempre! – com ilustres músicos da cena que encenou, encena e reencena todo um repertório lúdico, mágico e envolto de diagramações feitas de uma turma da pesada mesmo, claro da Pompéia!

Os convidados se entrelaçaram durante todo o percurso da epopéia e sua germinação contagiosa do melhor e bom rock’n’roll... A roda viva de feras tupiniquins - sessentistas-setentistas - começou numa ordem imprecisa de dezenas de reminiscências atemporais de estilo, gênero e descrição discográfica do melhor que já se ouviu pelas bandas do sul, ainda que o Sergio Dias não viesse pra chamar nossos anjos...

Os rifs de guitarras se revezaram entre o dilacerante Mr. rockabily Caio (Crazy Legs), o Celso Wecchione e as distorcidas dos coelhos mágicos da guitarra, sem pensar nos transportaram para o mundo de ‘Lewis Carrol’ e suas cores dimensionadas pro nonsense... O rock se inebria com ele!!!
A Paulicéia desvairou com tantos convidados e amigos como o Tony Babalu e seus préstimos harmoniosos e silenciosos, quase um cano no obscuro, numa revisita ao catálogo original ‘madeano’. Outra ilustre figura man, Sr. Paulão – Velhas Virgens – mostrou o quão amigon e parceiro da família madeana.

Outras menções honrosas e de mutações – claro no Terreno Baldio você pode... -, o original Lazzarini e suas alquimias nos teclados, bem como o vocal visceral do Korsus, via Marcelo Pompeu e Menina pare de gritar ( Made disco 1 ), aliás, aonde se ouviu os maiores uivos da noite... Os beatniks conclamaram uma nova São Francisco da Pompéia!!!

Adentraram pelo palco cultural da sala do Sr. Adoniram, noite infindável demais, o batera mais causticante que conheço dentro vários mestres, o Rolando Castelo Junior e todo o vigor humor da Patrulha do Espaço, antes o estupendo (ex- Joelho e Made em algum momento) e à empatia simbolista do Franklin Paulino.

Quase todos os discos foram revisitados – Os bons tempos voltaram mesmo!!! - bem como outros blues mans, quiça ‘Theo Wernek’ e suas habilidades made in Chicago e Delta Mississipi, na entretida salada blues rocker.

Os momentos finais ainda nos reservariam a verve ‘antropofagia geleia geral’ dos vocais do grande’ Simbas’ e seus dotes em uníssonos, das guitarras geniais – em épocas cruciais – do Mr. pé na estrada Sergio Hinds (Terço eterno) e o senhor x, y e z Clemente Nascimento (Musikaos e atual Filhos da Pátria) e ícone punk rock dos Inocentes.

O ápice veio com o outro ilustríssimo convidado – também niver da noite – o legendário acervo imaterial e já na bibliografia discográfica eterna, sim ele: Serguei – citou a revolução de 32 no inicio de sua dissertação construtivista – e encerrou o bolo lisérgico de lirismo, poesias humanas e escolas de como criar, fazer rock, manter origens e de perpetuação de amizade, humildade e simplicidade pra a recriação eterna... Daí, a sempre finalista Minha vida é rock’n’roll se fez absoluta à gênese da criação em não tenho culpa se você engordou, ah e nem nós...

NORBERTO V2 (Bibliotecário especialista em Arquivística, Colecionador e Coordenador de projetos sócio/culturais e Agente educador/Animador cultural).

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