23 November, 2017, Thursday
Usina

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Um dos maiores icones do rock brasileiro, Renato Russo, ganha exposição no MIS, Museu da Imagem e do Som, a mostra fica em cartaz de 6 setembro de 2017 a 28 janeiro de 2018.


Livro inédito de Renato Russo conta a história da sua banda fictícia'The 42nd St. Band – Romance de uma Banda Imaginária' chega às livrarias 20 anos depois da morte do músico


Num sábado despretensioso próximo de natal, este sempre com clichês mercadológicos e monótonos, eis que uma bela surpresa nos arrefece com uma bela revisitada e pesquisa musical – o Projeto 74 Rotações – SESC Santana, nesse em particular o rarefeito 'Loki' do Arnaldo Baptista, na íntegra e, quase beirando o original.


O Dia Mundial do Rock é comemorado todo 13 de julho. Para comemorar essa data simbólica, o Bolshoi Pub promove amanhã (12) show com um genuíno representante do gênero musical que arrebata multidões em todo o mundo. O palco da tradicional casa noturna vai receber o cantor e compositor baiano Marcelo Nova para apresentar seu amplo repertório, que passa pela sua profícua carreira solo, músicas do Camisa de Vênus e sua histórica parceria com Raul Seixas.


Nas terras maringaenses, o domingão (9) será de rock e sertanejo. O destaque da noite é o show do Dr. Sin, banda de São Paulo que é reconhecida como um dos grandes nomes do hard rock brazuca.

Veja abaixo o serviço das apresentações:

DOMINGO
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Junior & Santa Fé
Mesclando hits universitários com modões de viola, dupla se apresenta no Butiquim e divide a noite com Elisson & Anderson. Domingo, às 19h. Onde: Praça Manoel Ribas, 255. Tel: 3224-7115.

Dr. Sin
Trio volta a se apresentar no MPB Bar. Formado por Andria Busic (baixo e vocal), Ivan Busic (bateria e vocal) e Eduardo Ardanuy (guitarra), o Dr. Sin é um dos grandes nomes do hard rock nacional. Domingo, às 18h30. Onde: Av. Curitiba, 210. Tel: 3028-4239.
Informe-se sobre o show

Fonte: Aqui


Para os rockeiros antenados na cultura e na arte, uma boa programação é visitar a exposição que começa neste mês, em Divinópolis, são fotos que mistura o sexo feminino e o rock, gênero musical que se desenvolveu nos Estados Unidos durante e após a década de 1950 e logo se espalhou pelo mundo. "Mulheres no Rock" reúne 21 imagens produzidas e editadas pelo fotógrafo Welber Skaull. As modelos aparecem em poses que lembram ícones internacionais como Beatles, The Doors, Aerosmith, Nirvana, Guns N' Roses, Red Hot Chili Peppers, Metallica, Jimi Hendrix, além dos brasileiros Titãs, Mutantes e Raul Seixas, dentre outros.


Walter Franco atende o telefone com a voz trêmula. Recém-operado de um procedimento médico vascular nas carótidas, na região do pescoço, canta bem baixinho sua música favorita dos Titãs. "O acaso vai me proteger. Enquanto eu andar distraído", recita após um longo e interminável suspiro. "Quero tocar essa. Ela se chama Epitáfio, não é? Que letra belíssima. Tomara que fique legal ao vivo", complementa. Aos 71 anos, um dos ícones da chamada MPB maldita dividirá o palco com, segundo ele, "a melhor banda do rock brasileiro de todos os tempos", os Titãs. Serão, ao todo, quatro shows em São Paulo. Todos realizados de quinta-feira (14/4) a domingo, (17/4), no Sesc Pompeia. Os ingressos estão esgotados.


A influência de Walter Franco na sonoridade dos Titãs não é novidade. Paulo Miklos, Sérgio Britto, Branco Mello e Tony Bellotto sempre falaram abertamente da força poética do chamado gênio injustiçado da MPB. Em Nheengatu, mais recente álbum de estúdio da banda, eles gravaram Canalha, um dos clássicos de Walter. "Ouvi a versão dos Titãs. Para mim, é uma honra ter algo regravado por eles. Cheguei a confundir a voz do Branco Mello com a minha. Ficou perfeito. Um timbre potente, diria. Quero encontrá-lo pessoalmente para dizer isso", afirma Walter.

Debilitado, Walter Franco tropeça algumas vezes nas próprias palavras. Mantém, no entanto, a essência soturna e até psicodélica que marcou sua extensa trajetória.

De forma calma e precisa, vai externando as palavras de maneira poética. Se tudo é uma questão de manter a mente quieta, a espinha ereta e o coração tranquilo, como diz a letra de Coração Tranquilo, o cantor e compositor paulistano faz isso com maestria. Walter Franco prefere, então, enaltecer os Titãs e deixar sua participação em segundo plano.

"Lembre-se que eles (os Titãs) serão os protagonistas, não eu. Farei apenas uma pontinha. Pretendemos tocar quatro ou cinco músicas. O convite foi feito em cima da hora. Gostaria de preparar algo mais amplo, mas minha saúde atual, infelizmente, não permite. Devido a essa cirurgia, não vou poder tocar nenhum instrumento. Trata-se de um quadro clínico delicado. Ainda não consigo fazer alguns movimentos simples, isso inclui dedilhar acordes no violão. Fiquei ansioso. Quando soube do projeto, tentei tocar, mas não consegui. Por isso, nesses shows, terei a ajuda do meu amigo e guitarrista Raul Duarte, que toca comigo há 35 anos. Não vou poder me alongar muito", lamenta.

O repertório das apresentações deve incluir ainda Me Deixe Mudo e Feito Gente, canções cortejadas pelo quarteto desde muito cedo, quando ainda projetava o futuro. "O Walter tem um repertório vasto. Fica difícil escolher as músicas para o set. Canalha, por exemplo, foi um hit dos anos 1970. Ali tínhamos um grito preso na garganta. Na década de 1980, vivíamos um período de redemocratização. Ele ajudou a formar o rock de São Paulo, fazendo a ponte com a música popular brasileira", diz o guitarrista dos Titãs, Tony Bellotto.

"Pela carga de trabalho e excelência da produção do Walter Franco, ele, com certeza, deveria ser mais conhecido, principalmente nos dias atuais. É complicado avaliar por que isso aconteceu, sabe? O Walter é um cara tranquilo, sereno e da paz. Um verdadeiro mestre com uma obra esplêndida para ser desvendada", conclui Tony.

Fonte: Estadão


Banda formada em 1981, por dois amigos: Mauricio Barros e Guto. Estes jovens, de apenas 17 e 19 anos respectivamente, sonhavam em ser estrelas do rock. A idéia do nome partiu de Guto, que sugeriu que fosse batizado pelo codinome do maior inimigo dos aliados na primeira guerra mundial, “Manfred Von Richthofen”, Barão Vermelho.


O músico Flávio Basso, conhecido como Júpiter Maçã, morreu nesta segunda-feira. O roqueiro que começou carreira no TNT tinha 47 anos. Ele sofreu uma falência múltipla dos órgãos, de acordo com informação passada pelo Instituto Médico Legal à sua produtora.


A exposição"Exorealismo" do ex-mutante Arnaldo Dias baptista, que começou no dia 29 de novembro, vai até o dia 10 de janeiro de 2015, na Galeria Emma Thomas.


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